GameTrailers Final Fantasy Retrospective IV

Neste episódio da Retrospectiva da Game Trailers de Final Fantasy, é levantado os desafio como: como se anima uma coisa de 26 pixel de altura, os primeiros personagens do Nintendo tinham apenas 4 cores, e seis frames de ação, os novos do Final Fantasy ainda no Super Nintendo tinham 24 pixel de altura, 11 cores e 40 frames de ação e podiam agora representar varias emoções, antes os NPCs andavam apenas aleatoriamente, falavam com você e quando havia algum movimento eles simplesmente sumiam, mas no Final Fantasy VI não havia muito movimento varias pessoas andando por ai ao mesmo tempo, movendo-se de um lado pra outro. Nos 5 primeiros Final Fantasy, os Sprits de batalha(avata do personagem durante a batalha) mudava, inclusive na aparência, havia um grande para a cena de batalha e havia um pequenininho que andava no mapa, já no Final Fantasy VI os Spryts eram sempre iguais, diferiam em tamanho, mas tinham a mesma aparência. E agora eles tinham a capacidade de fazer muito mais personagens na mesma tela, tendo muito mais NPCs e suas animações.

Em 1994, a Square estava pronta para lançar o último Final Fantasy em 2D – e que final!!! -, pela primeira vez o diretor Hironobu Sakaguchi virou produtor e duas outras pessoas dividiram o trabalho de diretor, pois a história era gigantesca. Não existiam mais as classes(jobs), cada personagem já vinha com profissão pré-definida, mas em compensação você tinha a disposição 14 personagens, pela primeira vez se podia ter 2 ou até 3 times separados e fazendo missões simultâneas, cada um dos 14 personagens tinha sua história própria, suas habilidades exclusivas e um motivo para sua ligação com o grupo, mas todos esses personagens quase foram ofuscados pelo brilho do vilão da história, Kefika, o único personagem que mesmo naquela época já tinha fala – a fala só virou “comum” no PlayStation 2 -, mas Kefika já tinha uma risada maligna audível naquela época, ele não era um ser sobre natural, nem a personificação do mal na Terra, não ele era apenas um cara muito ruim ele queria poder acima de qualquer coisa. A história dentro de história, a Ópera que se passa dentro do jogo é apenas outro atrativo no jogo que ficou famoso. Outras novidades nas viagens de mapa são a chegada do mini-mapa no canto direito, para melhorar sua orientação relativa ao mundo, e a viagem ainda podia ser feita montada em um Chocobo implementado agora.

E quando a ultima página da história vou virada, todos os fãs e críticos anunciaram que esse era certamente o melhor jogo para vídeo-game já feito, e que a Square dificilmente conseguiria se superar fazendo um jogo melhor que esse.

Por motivo de desambiguidade gostaria de dizer que Final Fantasy VI foi o terceiro Final Fantasy que foi lançado na América, então talvéz muitos – inclusive eu – tenham conhecido esse Final Fantasy VI como Final Fantasy III.

Veja também:

Final Fantasy Retrospective III

Final Fantasy Retrospective V

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