FullMetal Alchemist (Hagane no Renkinjutsushi) – Review (Parte 1)

Gênero: Ação 20%, Aventura 50%, Comédia 5%, Fantasia 15%, Drama 10%, Romance 0%.

Faixa etária: adolescentes (a partir de 12 anos) e adultos jovens (Seinem).

Autor: Hiromu Arakawa

Estúdio: Bones (apesar de que eu nunca vi o nome desse estúdio, nem em abertura, nem nada)

Fullmetal Alchemist (Hagane no Renkinjutsushi), também conhecido como FMA ou Haganen, foi escrito por uma mulher Hiromu Arakawa. Como a maioria dos animes, foi lançado primeiramente em mangá o qual foi serializado pela revista Monthly Shõnen Gangan da Square Enix – sim, a mesma produtora da consagrada serie de jogos: Final Fantasy (é esse nome aparece e muito).

O mundo de FullMetal foi construído a partir das idéias de uma Europa pós Revolução Industrial e experiências da própria autora. Uma mistura de lembranças das grandes ferrovias movidas a vapor e carros antigos, combinado a um país controlado pelo exército o qual possui uma arma, muito mais poderosa que qualquer outra, a Alquimia – agora, lembrando para todos o que é, e em que se baseavam as teorias da alquimia a qual registrada nos livros de história dos dias de hoje: A Alquimia é uma tradição antiga que combina elementos de química, física, astrologia, arte, metalurgia, medicina, misticismo, e religião. Existem três objetivos principais na sua prática. Um deles é a transmutação dos metais inferiores em ouro, o outro a obtenção do Elixir da Longa Vida, uma panacéia universal, um remédio que curaria todas as doenças e daria vida eterna àqueles que o ingerissem. Ambos estes objetivos poderiam ser atingidos ao obter a pedra filosofal, uma substância mística que amplifica os poderes de um alquimista. Finalmente, o terceiro objetivo era criar vida humana artificial, os homúnculos.

Lembrado os conceitos está montado o cenário no qual se passa FMA, sendo a Alquimia a técnica científica mais avançada a qual o mundo conhece. Nesse mundo de ciências excêntricas, a Capital do estado é também a Central do exército. Outra ciência também muito importante e evoluída, mas que não foi decretada de posse do exército é a mecânica a qual foi subjugada ao povo comum, sua grande evolução adjunta a medicina propiciou a fabricação de próteses mecânicas perfeitas (automail) – ou quase, já que nunca irão substituir o membro original -, a prótese é conectada aos nervos um a uma para que possa ter uma resposta parecida ao membro verdadeiro.

Os irmãos Elric, Edward e Alphonse, são os personagens principais dessa história, no decorrer da história presente eles estão com 15 e 14 anos de idade, a mangaka faz uso de flash back para explicar vários acontecimentos no desenrolar da história, passando por várias fases da vida dos personagens, no começo do anime é mostrado eles com 11 e 10 anos – acho que é um recurso adotado para que história não se torne chata, ou cansativa, pontuando apenas o que é necessário do passado dos personagens.

O anime levanta tabus como: religião versus ciência, mas o mais instigante desse desenho é o jogo do certo e errado, do bem e do mal. Todos, ou pelo menos quase todos, são bons e maus ao mesmo tempo, assim como na vida real ninguém é inteiramente bom. Traço diferencial para com os outros animes, não existe a clara dicotomia do bem e do mal.

A história presente no anime com o tempo se deferência do mangá os quais rumam para caminhos diferentes, eu assisti primeiramente o anime e fiquei muito feliz. Após terminar o anime fui ler o mangá. Acabei preferindo o anime justo onde eles se separam é onde considero que o anime torna-se mais emocionante – mas cada um tem seu gosto ;P.

Veja também:

FullMetal Achemist (Hagane no Renkinjutsushi) – Review (Final)

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